Imposto menor faz vendas de material de construção crescerem em 2010

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O setor de material de construção viu as vendas e o faturamento crescerem no ano passado, impulsionados pela manutenção dos baixos impostos dos produtos, como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). As vendas no mercado interno cresceram 12,14% na comparação com 2009 e ficaram bastante próximas dos números de 2008, considerado um dos melhores anos para o setor.

Adotada em abril de 2009 em meio à série de medidas fiscais do governo para estimular a economia abalada pela crise de setembro de 2008, a isenção de impostos dos materiais de construção deveria valer somente por seis meses, mas acabou sendo estendida até junho e, depois, até 31 de dezembro de 2010. Perto do fim do prazo, o governo esticou de novo as desonerações até o fim deste ano.

O faturamento deflacionado dos fabricantes de itens de acabamento foi 15,15% maior no último ano, enquanto na indústria de materiais básicos os resultados foram 10,62% maiores.

Melvyn Fox, presidente da Abramat, afirma que esses números são puxados pelo crescimento do setor habitacional.

- Isso acontece porque, em 2008, houve o início de muitas obras, com o subsequente consumo elevado de materiais de base. Agora, muitos desses empreendimentos estão em fases finais, daí esse crescimento mais forte de materiais de acabamento. Uma obra habitacional pode durar, em média, de um ano e meio a dois anos.

O resultado total das vendas em 2010 foi 1,57% menor do que o de 2008. O resultado das vendas dos materiais de acabamento em 2010 teve crescimento (9,07%) em relação a 2008, e o dos materiais básicos caiu (6,38%) na mesma base de comparação.

Considerando somente dezembro, o aumento dos negócios foi de 6,96% em um ano. O nível de empregos gerados pela indústria cresceu 7,16% entre o último mês de 2009 e o do ano passado.

- Para 2011, as expectativas são muito positivas e apontam para a continuidade do crescimento, porém, num ritmo um pouco menos acelerado. O resultado esperado é de 9% de crescimento em relação a 2010.

Fonte: noticias R7

Conibase mudou sua fachada para adequar-se a Lei Cidade Limpa

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Desde que a lei Cidade Limpa entrou em vigor, há quase um ano e meio, muitos estabelecimentos tiveram que tirar ou diminuir o nome em suas fachadas. Com isso, a criatividade e novas estratégias começaram a mudar. É o caso da Conibase, pois no próximo mês, quem passar pelas lojas, em suas três unidades, duas em São Paulo (Morumbi e Butantã) e outra em Cotia (Granja Vianna), notará que elas estão com uma nova fachada.

A responsável pela novidade é a ACE Propaganda, que criou um projeto que remetesse ao significado do seu nome, pois Conibase significa comércio nipo-brasileiro de material básico. Para isso foram colocados algumas letras “C” seguidas, que é a inicial do nome e ainda dá uma sensação de movimento. Já a Milk Comunicação Integral foi responsável pela reformulação do logo, onde pode ser observado um tijolo representado pelo retângulo vermelho embaixo da letra C.

Na parte de cima do nome Conibase pode ser observado um telhado que representa a realização do sonho do consumidor de construir o seu lar. A diferenciação do vermelho do telhado representa a construção nova (telhado com vermelho mais claro) e as reformas (telhado com vermelho mais escuro mostrando um telhado mais desgastado pelo tempo). Um sempre está ligado ao outro na construção civil.

Na parte de baixo do nome existe um retângulo vermelho que representa o tijolo, material essencial para dar a solidez na construção. O tamanho do retângulo foi calculado de forma proporcional ao tamanho de um tijolo comum.